Florianópolis, 22 de novembro de 2017
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Municipários em greve defendem o Sistema Único de Saúde

Reportagem:
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Municipários votam pela continuidade da greve no dia 26/1

Servidoras e servidores deliberaram em assembleia na tarde de ontem (26/1) pela continuidade do movimento grevista por tempo indeterminado, reivindicando a revogação das leis de autoria do Prefeito Gean Loureiro (PMDB), votadas na Câmara de Vereadores em caráter de emergência desde terça-feira (24/1).   Hoje (27) os trabalhadores se manifestaram em frente ao Centro Regional de Contabilidades do estado, na Beira Mar Norte, onde o Ministro da Saúde Ricardo Barros, nomeado na gestão de Michel Temer (PMDB), se reuniu com a cúpula do executivo municipal.

– A gente acha importante estar aqui para manifestar nosso descontentamento com essa política de precarização, de mercantilização da saúde, que vem forte e se materializa em Florianópolis, com esse pacote que Gean empurrou na Câmara sem diálogo, disse o médico de família Murilo, que atende na Lagoa da Conceição.

As medidas aprovadas, na terça-feira, na lei complementar 1.591/2017 modificam o estatuto dos servidores públicos de Florianópolis, com redução do adicional noturno de 50% para 25%, suspensão do PCCS (Plano de Cargos, Carreira e Salários), revogação de gratificações, entre outros impactos. A câmara também aprovou outros projetos do pacote, como o nº 16.939, que institui o serviço voluntário na administração direta e indireta de Florianópolis e o PLC 16936, que institui as Parcerias Público-Privadas (PPPs) na cidade.